Mostrando postagens com marcador Primeiras Impressões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Primeiras Impressões. Mostrar todas as postagens

Primeiras Impressões: Women's Murder Club - S01E01

quinta-feira, 25 de outubro de 2007 |

Mais uma série baseada em CSI era tudo o que a gente não precisava. Com atrizes fracas e um caso simplesinho, Women's Murder Club não inova e fica no lugar-comum desse mercado que já está tão saturado.


A vida pessoal das investigadoras, que er pra ser o grande diferencial da série, é tão sem graça que nem dá vontade de saber. Uma está em dúvida se gosta do ex-marido que está noivo de outra, a outra trai o namorado e vai morar com ele assim mesmo, na cara de pau, e sobre a última, eu não consegui pegar muita coisa.


A falta de expressividade de todos é gritante. Nem mesmo algumas músicas legaizinhas e um bom cliffhanger, para um arco maior da temporada, me animou a continuar vendo. Pra mim, já está mais do que cancelada, tenho coisa melhor pra ver.

Para ver e comentar a nota desse e de outros episódios/séries, clique
AQUI.

Primeiras Impressões: Samantha Who? - S01E01

sexta-feira, 19 de outubro de 2007 |

Essa série, definitivamente, não é pra todos os gostos. O que não é, necessariamente, ruim. O piloto conta a história de uma mulher, de nome Samantha, que sofreu um acidente e ficou em coma por 8 dias. Quando ela acorda, percebemos que ela sofre de amnésia retrógrada.


Todas as piadas que você imagina sobre uma pessoa que perdeu a memória estão lá, mas o elenco é muito bom e todas as piadas me fizeram rir. Ela descobre que era uma pessoa má e que tinha só uma amiga, mas quer ser uma nova mulher daqui pra frente. Será que ela consegue?

Ela não falava com os pais há dois anos, traía o namorado com um cara que, "hoje", ela achava que era uma mulher, a única amiga que a visitou todos os dias no hospital era uma gordinha com quem ela não falava desde a 7ª série e Sam ainda era uma alcólatra.


A reunião do AA e o flashback do dia em que ela conheceu o namorado são os pontos altos do episódio. Além da atriz se mostrar versátil e carismática, ela ainda nos divertiu bastante. Pra mim, a série mistura a comédia de constrangimento consagrada em The Office, com a comédia do dia-a-dia.


A série pode render ótimas histórias, mas até quando uma pessoa se prende a uma amnésia? Quero dizer, uma hora ela desiste e começa uma vida nova, não? Acho que não dura muito, mas vou continuar vendo porque EU ri demais!

Para ver e comentar a nota desse e de outros episódios/séries, clique AQUI.

Feriado + Law & Order

domingo, 14 de outubro de 2007 |

Feriado aqui em casa é sempre complicado e esse não foi diferente. Meus pais me obrigaram a ir pra um sítio de um amigo com mais uma cambada de gente velha, mas como eles sabiam que eu iria chiar, já se adiantaram e me compraram o box com a primeira temporada de Lei e Ordem.

Consegui ver 12 episódios e confesso que não é a toa que a série está viva até hoje. Temas polêmicos, tensão, ação, comédia. Claro que para assistir a essa temporada e dar as notas que eu dei, fingi que estava em 1990 (data das primeiras exibições), pensando e lembrando da estrutura da época. Nem DNA eles usavam!

Tirando o fato de que ninguém sobrevive quando vai pro hospital e ninguém mente no julgamento (pelo menos até o episódio 10), você se prende na trama e fica feliz com as interpretações de Michael Moriarty e George Dzundza. Foi um ótimo passa-tempo e recomendo a todos que gostam de séries desse estilo, é bem feitinha.

Fora que é sempre engraçado ver atores e atrizes que hoje são mais velhos e fazem sucesso, fazendo pequenos papéis em rostos bem mais jovens. Exemplos? o "Jim Brass" de CSI e a "Ruth Fisher " de Six Feet Under.

Agora vocês me dão licensa que eu tenho exatamente 17 episódios atrasados para assistir! ^^

PS: Nesse momento estou abrindo mais uma aba ali em cima com as "Séries Vistas: Outras Temporadas", começando com Law And Order.

Cane é uma série... densa, no sentido de ter muitas subtramas que se confundem. Mas se você assistir com a devida atenção, vai ver que a série é bastante boa.


O piloto nos mostra uma família cubana que é dona de uma das maiores empresas de rum do mundo e que está entrando de forma mais concreta também no ramo do açucar com os olhos voltados para a produção de etanol.



Jimmy Smits (o carinha de The West Wing) está realmente ótimo no papel do Alex, que é casado com uma das filhas do patriarca da rica família Duque, Pancho. Outro que também está muito bem, é o ex-ator de Lost, Nestor Carbonell, como um dos filhos de Pancho, que queria a chefia da empresa.

Lembrando bastante os clássicos de máfia, do tipo "O Poderoso Chefão", a série promete bastante. Pra quem ainda não viu, vale a pena conferir o episódio até o final, que mostra boas cenas dos próximos episódios.

Mais uma grata surpresa da temporada, Moonlight é muito boa e além de trazer de volta à nossa telinha o ex-Logan, de Veronica Mars, como um vampiro de 400 anos, traz também ótimos novos nomes como Alex O'Loughlin (no papel de Mick, personagem principal) e Sophia Myles (que já fez um filme de 2006 com o nome Dracula).



O piloto conseguiu ir da ação à emoção e até me fez rir um pouco. Vou quotar algumas frases ditas no começo do episódio que eu achei legal: "Ser um vampiro é um saco. Eu durmo em um freezer. Alho é saboroso em pizzas, apesar de espantar as minhas namoradas, às vezes. Bom, quando jogam água benta em mim, eu só fico molhado. E eu, definitivamente, não posso me transformar em um morcego. Mas seria muito legal, não seria?"

Os efeitos especiais são de primeira, o elenco é carismático e bem introsado, a história é bem boa e me deu muita vontade de continuar assistindo, os 40 e poucos minutos passaram muito rápido. Eu não sei se tem muita coisa clichê, já que eu nunca assisti a nenhum outro seriado sobre vampiros, se houver alguem me conta depois.


Mick é um vampiro de 90 anos que tem um código (tipo o código do Harry que o Dexter tem) de não morder ninguém, só tomando sangue que ele pega com um amigo no necrotério, também vampiro. O "Logan" faz Josef, um cara bem rico e que morre de medo das pessoas descobrirem a verdade sobre a sua identidade. A única não vampira que tem papel importante na trama é a reporter Beth, que foi salva pelo Mick quando criança (sua mãe era uma vampira).

Parece que a série vai ter como base um caso por semana, seguindo a linha de CSI, etc. Não sei se vai ser o maior hit da temporada, mas que tem tudo pra dar certo, isso tem.

Eu simplesmente não sabia que o ex-Nathan de Six Feet Under seria um dos protagonistas dessa série. Ele ainda carrega uns resquícios de seu último papel na TV, mas isso não é um problema. O elenco é de primeira, a produção é caprichada, mas falta alguma coisa.


Nick é um advogado cujo pai sempre trabalhou para uma família muito rica, os Darlings, e que morreu em um "acidente" de helicóptero. Ele busca fazer vários projetos sociais e, como diz sua esposa, trabalha quase de graça.

Com a morte do seu pai, o chefe da família Darling resolve contratá-lo por U$10 milhões por ano (pra ele fazer caridade) fora o salário. Visando o bem da sua esposa e filha, ele aceita, mesmo isso sendo contra o seu princípio de não ser igual a seu pai.


Os Darlings formam uma típica família rica de TV: Um pai mandão, uma mãe que tinha um affair com um dos empregados, uma filha que está no quarto e infeliz casamento, um filho drogado, uma filha que não gosta de ser rica e tenta o suicídio, um político bem sucedido que tem um caso com um transexual e um pastor com um filho bastardo.

Eu achei a série com subtramas demais, o que pode atrapalhar um pouco o andamento dos episódios, mas se o roteiro for bem escrito pode se sair muito bem, confusão é o que não falta. Vou ver mais alguns episódios, mas não tenho certeza se vou terminar a temporada...

Vamos esquecer aquele episódio duplo que vimos na última temporada como sendo a introdução à Private Practice, porque esse o piloto oficial é bem melhor.

Começamos vendo a Addison saindo do Seatle Grace com o Chief falando pra ela que "Vou guardar sua vaga o tempo que eu consegui", ou seja, se der errado pode voltar! E eu até fico feliz com essa possibilidade, apesar de achar que o programa vai durar um tempo bom.


Mais uma coisa, é bem difícilo lembrar que "PP" é um spin-off de Grey's Anatomy, Addison é uma nova pessoa, ela está muito mais feliz, mais decidida e mais forte, o que dá outra cara pra personagem. E isso ficou bem claro nos últimos minutos do piloto, quando ela se impõe diante dos novos colegas de trabalho, que são bem bacanas, aliás.

A história da mulher com problemas mentais conseguiu me emocionar de uma forma bem legal e se a série der a atenção devida à toda a trupe de médicos, o programa vai pra frente muito fácil.

Sério que eu não me empolgava com um piloto de série teen desde The OC. Ótimo elenco, produção caprichadíssima, Josh Schwartz continua com o seu ótimo senso de músicas e os 42 minutos passaram voando. Fora a voz da Kristen Bell (aka Veronica Mars) aparecendo várias vezes, pra me encher de felicidade.

A atriz que faz a Blair está muito bem mesmo e consegue passar os sentimentos da personagem de forma completa. O seu rosto lembra um pouco o da Summer, e tem o jeitinho de uma Julie Cooper. Tenho certeza que o Josh nem vai ter tanto trabalho pra humanizar a B., visto o seu ótimo trabalho com a mãe da Marissa.

A protagonista, Serena van der Woodsen, é do tipo "eu estou bem comigo mesma e não quero saber do resto do mundo" de um jeito leve e convincente, conseguindo ser doce e dura quando necessário. A série começa com ela voltando pra NY, depois de ter saído sem falar nada com ninguém e sem explicar o porquê.
Enfim, muita gente bonita, muita festa, problemas de relacionamento entre pais e filhos, melhores amigas, namorados e tudo que a gente quer ver em uma série teen.

A estréia rendeu ao canal CW 3,65 milhões de espectadores, batendo a estréia de One Tree Hill. Com certeza vou acompanhar a série, que tem tudo pra dar certo, mas morro de medo de ser cancelada (principalmente pelo fato de ser da CW). Estava carente de séries teen.


3 mulheres poderosas em NY. Nico Reilly (Kim Raver) é editora-chefe de uma bem sucedida revista de moda, sue meta é virar chefe executiva. Wendy Healy (Brooke Shields) é tipo uma produtora de filmes que faz de tudo pra balancear carreira e família. Victory Ford (Lindsay Price) é uma estilista de sucesso, mas que teve sua última coleção detonada pela crítca.


Nada original, nada inovador, mas cumpre o papel que veio fazer. Concordo com a
Alê, quando ela diz que a série lembra os dramas de relacionamento de Grey's Anatomy com um pouco menos de maturidade. Também tem algumas coisas bem clichês como a reunião de Victory com uma japonesa ou como algumas frases sobre as diferenças entre homens e mulheres nos negócios. Típico.


A série é bem escrita, deixou um gancho legalzinho para os próximos episódios. Também gostei da trilha sonora leve e divertida. Talvez porque eu não acompanhei Sex and the City eu vou dar uma conferida nos próximos dois ou três episódios pra ver se a série me convence a continuar assistindo.


Lipstick Jungle estréia dia 20/01/08 no canal NBC.



Acabei de ver o primeiro episódio da versão tupiniquim de Desperate Housewifes e confesso que nunca assisti a um episódio da versão original. Talvez seja por isso que não achei tããããão ruim. É ruim, muito. Mas ao comparar a série não com a original, mas com outras produções nacionais de tv aberta é acitável.


A narração me deixou com sono e as vozes das crianças me lembrou a época em que eu via "Carrossel", no sbt. Achei uma das vozes muito parecida com a do Cirilo. Tosco. Eu não vou comentar o fato da não existência de empregadas domésticas nem de um enterro em casa, vou considerar como licensa poética.


Mas fala sério, a produção é ótima. Eu digo, os cenários, alguns figurinos, a festa, o incêndio... é bem feitinho. Principalmente por se tratar de Rede TV! O povo brasileiro já está acostumado com as produções da Globo e, agora, da Record, mas a série é um grande trunfo pra emissora.


É fato que eu não vou acompanhar, mas esse pode ser o começo da solidificação dos seriados na tv brazuca. E outra, após ver esse episódio fiquei bem curioso pra ver a versão em que as donas de casa foram baseadas.

Se vocês estão procurando uma comédia pra te fazer rir na próxima temporada, podem apostar em AIA (Aliens In America)! A série é muito divertida. Não tem nada de original, mas executa muito bem o seu propósito.


O nosso personagem principal, de nome Justin, é o típico cara looser do colégio. Sem amigos, sem namorada, é alvo de todas as piadinhas de mal gosto dos, ditos, populares. Então sua mãe resolve receber um estudante de intercâmbio em sua casa com o intuito de dar um amigo ao filho.

Eles estão no aeroporto esperando um inglês bonitão e atleta, mas quem aparece é um paquistanês muçulmano! As piadinhas de homem-bomba estão lá, mas sem ser clichê. No começo eles cogitam até "devolver" o menino, como se fosse uma mercadoria, mas o Justin acaba se tornando amigo dele (e eles até oram juntos a Alá).


Num deslize da série vemos um pouco de dramalhão mexicano, mas nada que comprometa a série como um todo. O pai é meio forçado, mas também é outra coisa pequena. Enfim, AIA é uma comédia que eu pretendo acompanhar com todo prazer!


Parece que a safra de séries de 2007/2008 está bem pretenciosa. The Sarah Connor Chornicles é mais uma ótima série cujo piloto vazou na internet.
A série é, na verdade, a continuação do segundo filme da trilogia "Terminator" (a.k.a. Exterminador do Futuro).


Como o filme foi lançado quando eu ainda era bem pequeno, assisti ao piloto sem nenhuma lembrança do enredo, e confesso que estava com medo de ficar "boiando". Mas isso não aconteceu.


Com cenas de ação do início ao fim, o programa é muito bem feito. Eu não me lembro de efeitos especiais tão bacanas para uma produção de tv. As cenas são fortes e eles conseguem nos fazer ter carinho pelos personagens em apenas 40 e poucos minutos.

A atriz que faz a Sarah, ao contrário da mulher biônica, tem exatamente a força necessária que a personagem precisava. Uma mãe carinhosa e meiga, mas dura e enérgica quando preciso. Outro destaque vai pro ex-Zach de Heroes que também está muito bem no papel.


Não tenho nenhum comentário ruim a fazer sobre a série, apesar de - como já foi dito - eu não me lembrar de nada dos filmes (apesar de já os ter assistido em algum momento da minha vida). Isso faz de mim um crítico ruim ou um bom telespectador? Queria que vocês opinassem também.

Eu já estou ansioso para os próximos capiítulos dessa incrível história que ainda tem muito pra nos contar. Pena que só começa em Janeiro. Mas se você ainda não viu, vale muito a pena dar uma conferida.

Excelente! Mais uma ótima série vem chegando de forma integral nesse Fall Season. Pushing Daisies é deliciosa e emocionante, com um mote legal e um elenco bem introsado, que fala de um assunto delicado - morte - mas enche nossa telinha com cores fortes como numa fábula.


Ned, o nosso personagem principal, descobriu - ainda criança - algumas coisinhas que só ele podia fazer, ressucitar pessoas com apenas um toque. Perfeito, não? Mas nada bom vem de graça, e esse dom viria com duas maldições:
1ª Maldição
- Se ele tocasse a pessoa que ele ressucitou novamente, a pessoa estaria morta para sempre. E foi assim que ele, sem querer, fez sua mãe morrer pra sempre.
2ª Maldição - Se ele ressucitasse alguém e deixasse ela viva por um minuto, uma pessoa aleatória - que estivesse por perto - morreria em seu lugar. E foi assim que Ned acabou matando o pai do amor da sua vida - a garota Chuck - ao ressucitar a própria mãe.


E já no primeiro episódio a Chuck morre e ele vai ao velório para trazê-la de volta à vida, a princípio com o intuito de saber quem a matou - já que Ned trabalha com um investigador particular que divide com ele as recompensas das soluções de casos de assassinatos. Mas ao ressucitar a Chuck, todo o amor que Ned tinha por ela volta à tona e ele a deixa viver.

Com uma pitada de humor negro e a narração num inglês britânico super cool a série superou bastante as minhas expectativas, mas sinceramente não sei se vai durar. Acho que um filme com essa idéia ficaria melhor, mas eu vou continuar assistindo e com muita vontade de saber como Ned vai conseguir tocar a sua amada sem mandá-la pros quintos dos infernos.

Reaper é mais uma série que vazou na internet antes de sua estréia nos EUA e que eu acabo de conferir. A série é focada em Sam, um "menino" de 21 anos, que trabalha num supermercado, mora com os pais e é um total looser. Normal, né? Seria, se seus pais não tivessem vendido sua alma para o diabo.


A série é bem fraquinha e não acho que vai pra frente não. Principalmente se a série se resumir em fazer Sam enviar um fugitivo do inferno de volta para o seu (hot) lar, em cada episódio. Com piadinhas à la "Scrubs", eu não consegui nem esboçar um sorriso nem me importar com os personagens.

O melhor amigo do Sam é outro looser, de nome Bert "Sock". Sock namorava uma menina que hoje trabalha na justiça e deve ajudar Sam em suas futuras investigações sobre os fugitivos do inferno. Tosco.

O nosso persongem principal também tem uma paixão platônica pela menina mais bonita que trabalha com ele no supermercado (no piloto ele ainda a salva de um ar condicionado que iria cair em sua cabeça). Achei que os dois não tinham a menor química. Diálogos forçados e clichês.

Tudo bem que a série não se leva a sério (e isso é algo que eu realmente odeio) e tem uma ótima trilha sonora, mas dado a grande quantidade de séries que eu quero acompanhar, essa é a primeira do Fall Season que eu não vou dar nem uma segunda chance.


Confesso que fui ver o episódio já cheio de preconceitos pela descrição que me foi apresentada alguns dias atrás: Um pai que deixa a filha, de 12 anos, se envolver na sua vida sexual (que é bem agitada)? Um escritor falido que quer reconquistar a mulher da sua vida? Tudo isso me pareceu bem tosco, mas tive que mudar de idéia ao ver o episódio piloto que vazou.


Hank, o personagem do ator David Duchovny, que fez o agente Mulder em "The X Files", é muito bem construido. Em meia hora de programa pudemos ver, mesmo no meio da orgia em que ele vive, que ele é um cara bem triste e que as únicas pessoas que ele realmente ama são as que estão mais longe dele: Sua filha e mãe dela, sua ex-namorada.

Hank simplesmente não se importa com mais ninguém. E, mais do que isso, ele tenta fazer o resto do mundo o odiar tanto quanto ele próprio se odeia. O seu único livro virou um filme bem ruinzinho e ele não consegue mais escrever longe de sua musa.


Acho que o seriado tem futuro. Duchovny é um ator fantástico e não nos lembra, nem de longe, o seu último personagem das telinhas. Com a força necessária que o personagem tem que ter, fiquei com vontade de ver a continuação da história.

Frase do episódio: Se fizermos isso, o que quer que seja, faremos do meu jeito.

Depois de ler alguns comentários falando muito mal de Bionic Woman, fui ver o episódio sem nenhuma expectativa e acabei me surpreendendo um pouco. Não é tãããão ruim assim, como falaram.

Claro que não
posso discordar de que tem cenas muito longas e precisa de algumas modificações, mas, no geral, foi um bom episódio. Uma mistura de Matrix com Kyle XY com Claire (de Heroes) gera, nada menos, que a protagonista do seriado.


Tivemos alguns bons efeitos especiais (quando dois objetos foram lançados por ela e contra ela, respectivamente) e alguns bem tosquinhos (ela correndo do lado do carro a 100KM/h). Acho que a história ficaria mais interessante com a Starbuck (de Battlestar Galactica) como protagonista. A força dela é muito maior, como atriz.

Fiquei sabendo que houveram algumas mudanças no elenco/produção e, não somente por isso, vou dar mais algumas chances pra essa série, que eu vejo bastante potencial. Só resta saber quais os caminhos que o programa vai tomar, porque se ficar nessa de Bionic Woman "do bem" x Bionic Woman "do mal", não deve render muita coisa não.


Adorei o estilo mais dark da série, mas não gostei do fato de a protagonista conseguir lutar e usar seus novos "poderes" de forma tão rápida. Ficou forçado.
Estou tentando fazer uma maratonazinha dos pilotos que vazaram na net, mas não sei se vou conseguir ver tudo até domingo.

***

PS: Aguardem uma (possível) novidade do blog pra domingo! Se tudo der certo, vai ser bem legal!

Primeiras impressões: Battlestar Galactica

segunda-feira, 30 de julho de 2007 |

Hoje eu assisti à minissérie de Battlestar Galactica que antecede a primeira temporada. E confesso que gostei bastante do que vi.

Nada impossível de se entender, pouco vocabulário único do seriado, até agora, enredo mto bom, os atores vão de regulares a ótimos e tivemos um cliffhanger mto bacana para a estréia da série propriamente dita.

Conflito entre pai e filho, amores impossíveis, mulher macho, traidores, robôs, guerra, laser, muita morte e efeitos especiais bem legais! Nada super original nos efeitos, mas nem por isso foi ruim.

Eu fiquei vidrado nas quase 3 horas de duração dos dois episódios e com certeza verei a série completa. Adorei a Starbuck! ^^
E aquela maldita me enganou direitinho até o final do episódio!