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A verdade e suas consequências

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 |


Esse post é referente ao 10° episódio da 2ª temporada de Heroes, "Truth & Consequences".


Muita coisa foi dita, revelada e algumas consequencias foram drásticas. Claro que muitas mentiras foram ditas, confianças quebradas, mortes... Mas a gente já se acostumou com isso, ne? Considerando que foi um episódio de transição, um apoio para a season finale, eu gostei. Principalmente porqu
e agora temos um mexicano a menos!!


Sylar ganhou a confiança de Maya de tal forma que ela resolveu se separar do irmão e ir com o novo amigo ao encontro do Mohinder, mesmo ele confessando o assassinato da mãe (justificado como defesa própria + acidente). Quando o irmão da moça vem confrontá-lo, ele mara o mexicano com uma faca de cortar pão(¬¬), já que ainda não consegue utilizar seus poderes. No fim, ele dá um jeito de entrar na casa do Suresh, pegando a Molly como refém. Será que ele fez alguma coisa com o Matt?


Elle tenta ganhar a confiança do pai novamente e fica responsável por vigiar a Claire. A família Bennet recebe, o que seria, as cinzas do patriarca e o sentimentalismo exagerado e extendido da menina que regenera foi desnecessário e uma perda de tempo pro episódio que tinha muito mais o que falar. A bravura com que ela enfrenta a outra loira não condiz muito com a personalidade dela e, pra mim, isso vai ficar só por ali mesmo, ela não leva a idéia de se revelar para o mundo pra frente.


Nikki volta pro filho e no final recebe a notícia do Suresh que diz já ter a cura pra sua doença. Aquele primo do Micah "pega emprestada" a mochila dele, pra alguém avaliar o preço dos quadrinhos, que acaba sendo roubada, junto com a medalha do seu pai. Micah sai com a prima "olha-e-aprende" pra recuperar a mochila, mas ela acaba sendo sequestrada.


As histórias do Petter e do Hiro se juntam e, cada um com a sua verdade no coração, defendem o que acham certo. O Patrelli acredita no Adam e acha que o companheiro de cela realmente quer destruir o vírus que mataria 93% da população humana em 2008, enquanto o Nakamura, que voltou no passado e acreditou que o Adam queria liberar o vírus, quer matar o homem imortal com a mesma espada que tentou matar o Sylar. Não entendi porque o Peter deixou ele correr com a espada na mão, quando podia ter lançado um raio de longe... mas Heroes é assim mesmo ne?

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Mais um post direto da casa da vovó...

O furacão de Wisteria Lane

terça-feira, 4 de dezembro de 2007 |


Me chamaram a atenção há algum tempo por nunca escrever um post sequer sobre Desperate Housewives. E, realmente, isso é um absurdo. E agora, depois de um show de episódio (que passou no último domingo), eu vou fazer algumas considerações.

Eu acho que, assim como em Grey's Anatomy, Desperate Housewives está começando a criar uma tradição, quando se fala em "episódio bomba" da temporada. E eu realmente espero que continue assim, pois tanto o da terceira temporada quanto esse último foram sensacionais.

Recapitulando "O" episódio da terceira temporada, tivemos a situação em que vários de nossos personagens preferidos estiveram como reféns dentro de um supermercado, por uma das vizinhas, que queria se vingar do marido. A emoção dos que estavam de fora, o desespero e o choque de um assassinato dos que estavam do lado de dentro e até mesmo a forma como o episódio foi feito (começando do meio e voltando pro início) fez, deste, o melhor episódio da história da série.
Nessa temporada, como já falei brevemente, tivemos um tornado passando pela cidade e várias emoções e situações inimagináveis ocorreram no segundo melhor episódio da série (ou foi o melhor?), incluindo morte(s).

A Eddie e a Gaby tendo que se esconderem juntas e se aproximando de forma amistosa foi sensacional. Outra amizade, que parecia impossível, começou: Bree e Katherine, unidas contra uma destruidora de famílias, que acabou morrendo de forma estúpida. A morte de Victor foi supreendente, pelo menos pra mim.


A Lynett provando que realmente gosta da Sra. McClusky, e depois vendo a casa onde toda a sua família estava, destruída, foi emocionante. Será que alguém morreu la? E até a situação clichê da grávida rolando escada abaixo teve um propósito legal, servindo pra nos mostrar quão viciado o marido de Susan está.
A série já tem, pelo menos, mais três temporadas garantidas e eu, realmente, espero que continue assim (vamos esquecer que houve a segunda temporada). Quem ainda não assistiu, dê uma chance ao seriado! É viciante, gostoso, divertido, leve e emocionante ao mesmo tempo.

Post direto da casa da vovó...

É sempre a primeira esposa.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 6° episódio da 1ª temporada de Pushing Daisies, "Bitches".


Ainda atrasado, mas não menos empolgado, o episódio trouxe um Emerson à la "Figueirinha", de A Diarista, jogando todo o seu charme pra cima de uma das viúvas do criador de uma raça nova de cachorros, a Coll-a-Dor-Russel-a-Poo de nome Bubblegum. Poligamia, clonagem, investigação a quatro, tudo em um só episódio.


Quando foram falar com o morto do dia, a resposta sobre a sua assassina foi bem clara: "Foi a minha esposa". Mas o cara era um polígamo e a investigação da sua morte precisou contar com a ajuda de Ned, Chuck e até da Olive. Cada um dos quatro se aproximou de uma das (quatro) viúvas pra tentar descobrir quem tinha matado o cara.

A Chuck fingindo de cega foi simplesmente hilário e o Emerson dando em cima da Simone e, como consequencia, sendo amarrado também teve seu momento de diversão ao arrebentar as amarras pelo seu medo do escuro. Mas as situações do Ned e da Olive merecem destaque.


Ned tentou descobrir o significado de seu sonho (ele e a Chuck se beijando de verdade, mas a mulher, na verdade, era a Olive com uma pele de Chuck que ela tira no fim do sonho) com a outra viúva, que era psiquiatra de animais. Na situação da Olive, descobrimos como ela foi parar na Pie Hole; O cavalo dela, de nome Pie, morreu e ela sentiu que um restaurante em formato de torta, em inglês, pie, era um sinal de algum lugar.


No final das contas, foi a esposa número um que matou o marido. Não por ciúmes de suas "irmãs de casamento", mas por ciúmes daquele cachorro único que o marido estava levando pro Harry clonar. Ela também o matou e a resolução do mistério foi bem criativa. O Emmerson sugeriu e os quatro carregaram o morto até o velório do polígamo e o "ressucitou" quando as 4 eposas estavam saindo da igreja, a única que se assustou foi quem o matou.

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Trust Issues (Problemas de Confiança).

segunda-feira, 26 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 9° episódio da 2ª temporada de Heroes, "Cautionary Tales".


É disso que eu tô falando! Melhor episódio da temporada, fácil, e top 3 da série. Eu já disse isso antes, quanto menos núcleos o episódio apresentar melhor ele será. Esse teve apenas 3; Um excelente, um bom e um fraco. Vamos ao episódio.


O Matt está começando a entender o quão poderoso ele é, depois de descobrir o poder de trancar as pessoas em seus próprios sonhos, no último episódio, agora ele já sabe que também pode obrigar as pessoas a fazerem o que ele quer, ao dar uma ordem de sua mente para a de outra pessoa. E com essa nova habilidade ele conseguiu tirar da Sra. Petrelli a informação de quem foi o autor da morte do pai do Hiro. Ah! E finalmente uma explicação decente para o não envelhecimento do Adam!


A trama do Hiro foi um pouco desgastante e meio infantil, mas valeu a pena só pra ver ele encontrar o seu "eu" criança, que não podia ser mais parecido com ele. O discurso que ele fez no enterro do pai foi digno das narrações no Mohinder e isso, definitivamente, não é um elogio. Era óbvio também que ele iria descobrir o assassino de seu pai, seu ex-amigo Kensei (vulgo Adam).


O Mohinder trocou de lado (ainda não foi dessa vez que os lados foram "da vida" e "da morte") e foi atrás do Noah pra pegar a Claire e deixar sua parceira Elle matar o cara. A dupla Mr. Bennet e West funcionou muito bem e os dois conseguiram derrubar a loira e o chato, levando ela como refém, no intuito de trocar pela própria filha/namorada.


O paizão consciente de seu destino, faz a troca de filhas com o Bob e mostra que tem um caráter ao não matar o sequestrador de Claire. O cumprimento da profecia do falecido Isaac Mendez deu crédito a série e vai dar outro tom ao Mohinder, que deve sofrer de remorso pela atitude. Isso, é claro, se não foi ele mesmo que trouxe o Mr. Bennet de volta à vida usando o sangue da Claire. E, afinal, onde ele está?


Que a Kristen Bell consegue passar toda a emoção necessária para a personagem não é novidade. Os choques que ela deu em si mesma e a expressão de dúvida quanto ao caráter de seu pai, Bob, foi simplesmente demais. Será que ela se voltará contra ele, assim como fez a Claire quando descobriu a "verdadeira" face de seu pai? Espero que ela continue em Heroes até o seu cancelamento.

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A batida mortal, a artéria exposta e o nazista.

sábado, 24 de novembro de 2007 |

Esse post é referente ao 9° episódio da 4ª temporada de Grey's Anatomy,"Crash Into Me - Parte 1".

Meu Deus! Depois que 761 pessoas me falaram que o episódio foi perfeito, eu fui conferir, já com legenda pra não perder nada. Dizem que a parte 2, de um episódio duplo, é sempre melhor e, por isso, eu já estou mega ansioso para o próximo que só vai ao ar dia 06/12!!!!! Mas vamos ao episódio.


A batida de duas ambulâncias foi o que rendeu os momentos mais emocionantes do episódio. Dois melhores amigos ficaram presos nas ferragens, e a força que um dava pro outro junto com a emoção que eles passavam foi demais. Um deles acabou morrendo, mas não antes de salvar a vida do amigo.


Na outra ambulância tinha um paramédico com fortes dores abdominais, mas ele não queria ser atendido por nenhum médico negro. Não por preconceito puro, mas porque tinha uma tatuagem de uma suástica gigantesca em sua barriga. Chandra Wilson estava ótima, como sempre, e não deixou ninguém fazer a cirurgia nele em seu lugar.

Mais um caso raro no hospital é o de um menino que está com uma artéria do pescoço totalmente exposta. Quando o Sloan o mostra pra TODOS os outros médicos, eles ficam bem assustados, mas o garoto é engraçado e confiante a seu modo.


Ava está de volta mas quem está encrencado é o Karev, que acabou, sem querer, juntando suas duas "namoradas", deixando a Lexie mal. Chateada, a Grey mais nova vai visitar o seu paciente preferido, que, depois de rir bastante, tem sua artéria rompida, jorrando sangue pra todos os lugares. Lexie fica paralisada de terror e o episódio acaba num êxtase total. Chega logo dia 6!!!

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O fantasma de Coraline

quinta-feira, 22 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 7° episódio da 1ª temporada de Moonlight, "The Ringer".


Adoro os flashbacks de Moonlight e os desse episódio nos mostrou a vida humana de Mick na década de 30(?). Com a volta de Coraline nos dias atuais, a história ganha outro gás, principalmente se for confirmado que a ex-mulher do nosso vampiro detetive tem a cura para o vampirismo.


O Mick estava completamente insano nesse episódio, talvez sentindo remorso pelo assassinato da mulher ou com medo da sua volta dos mortos, não sei, mas a presença dessa nova amiga da Beth deixou, até mesmo, o impenetrável Josef, perturbado.


Eu achei o episódio tão bem pensado, que até antes da última cena a dúvida sobre a verdadeira identidade da mulher, conhecida como Morgan, era gigantesca. Tudo que ela fez foi muito bem pensado, desde a foto do assassinato no incêndio, passando pela música preferida do Mick que ela colocou pra tocar, até a maquiagem na tatuagem.


O cemitério que eles foram na última cena é muito loko e as cenas de luta e fuga foram muito boas. O assassino continua solto, Coraline continua com sua falsa identidade e o St. John, com a certeza de Morgan não é sua ex, pode ser pego de surpresa e acabar mal.

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17 velas e 2 segredos

quarta-feira, 21 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 8° episódio da 1ª temporada de
Gossip Girl, "Seventeen Candles".


Assim como a vida da elite de Manhattan, o episódio foi focado no aniversário de dezessete anos da Blair. Fora os escândalos e barracos, muita gente se aprofundou ou começou a se aprofundar em relacionamentos inimagináveis.


Eu, pelo menos, nunca imaginei um Chuck apaixonado, com borboletas no estômago, ainda mais pela Blair. Ele comprou "o" colar pra ela e ganhou a aposta de que o Nate não ia ligar pra ela até a meia noite, e as consequências do pagamento da aposta vai render muita história.


Nathaniel ficou indeciso sobre o que fazer da sua vida até o final do episódio, quando bateu o pé no chão e disse não para os seus pais, que queriam que ele pedisse a Blair em casamento para o acordo entre as duas famílias não fosse prejudicado. Será que ele e a Jenny tem futuro juntos?


A disputa de Serena com Vanessa no Guittar Hero foi sensasional, já que, na verdade, a disputa era pelo Dan. Depois de muita troca de semi-ofensas as duas se entenderam, mas, entendendo um pouco da relação entre o garoto solitário e a V., eu acho pouco provável que as duas fiquem amiguinhas.


* A volta da esposa do Rufos vai ser ótima para dar uma esquentada na vida amorosa dele, que deve estar em dúvida sobre com quem quer ficar.
* Será que o Nate vai perdoar o Chuck por ter dormido com a Blair?
* Será que a Blair vai perdoar a Jenny por ficar de abracinhos com Nate?

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Droga Vampírica

terça-feira, 20 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 6° episódio da 1ª temporada de Moonlight, "B.C.".


Vampiros fora da lei conseguem ser ainda mais perigosos do que a maior parte dos bandidos humanos, por assim dizer. E esse grande conflito de interesses entre os vampiros pode colocar a verdadeira identidade deles em xeque.


Lola, uma atípica traficante de drogas, criou seu produto a partir de
sangue da sua própria espécie e prata, que é letal para os vampiros. Essa mistura, que, a princípio, não tem nada de ilegal, produz no cérebro humano um efeito de invencibilidade, de um poder irresistível, além de aguçar alguns sentidos. É como se você pudesse viver só as coisas boas da vida vampírica sem se transformar em um.


Esse efeito é visto de forma mais clara quando Beth experimenta a mistura e tenta seduzir o Mick, que, apesar de entender que ela estava sobre efeito de drogas, quase se deixou levar por ela, mas conseguiu se segurar e essa amizade colorida dos dois deve continuar por mais alguns episódios.


Não foi um episódio ruim, mas acho que se a série colocasse uma história com um arco maior, daria outro gás à trama. Quem vê, não se sente ameaçado em nenhum momento, pois sabe que tudo vai ficar bem porque na próxima semana já tem outro caso pro vamp Mick resolver. Vamos inovar galera!

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Eternos Jovens

segunda-feira, 19 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 8° episódio da 4ª temporada de Grey's Anatomy,"Forever Young"

Um acidente com um ônibus escolar traz ao Seatle Grace e à seus d
outores um ar juvenil, confuso, inexperiente e cheio de problemas mal resolvidos no passado e no presente. Todo mundo tem uma criança dentro de si, mas deixar essa criança sufocar o seu eu atual, suas experiências e o seu modo de ver o mundo, não dá.


Chandra Wilson deu mais um show de interpretação e, penso que, está mais próxima do Emmy do que jamais esteve. Recém nomeada chefe da residência, Miranda já começa botando o maior terror, dizendo que não vai tolerar os problemas e a vida amorosa dos seus subordinados sendo discutidas dentro do hospital, mas ela mesma é a primeira a quebrar essa regra ao agir como uma adolescente imatura ao tratar um ex-colega de escola de forma diferenciada e sofrida (por ela). O seu desabafo com o Derek foi perfeito.


Acho que finalmente chegamos ao fim do relacionamento amoroso e
ntre os dois melhores amigos, Izzie e George. Eles já vinham sendo infantis há algum tempo, mas foi num episódio sobre a juventude e seus erros que eles amadureceram e entenderam quem eles são pra eles mesmos.


Não tem nada mais infantil do que ser um puxa-saco mala. E quem teve que aprender isso na marra foi a Christina. Ela ganhou uma nova chance na cardiologia, o que não quer dizer nada, já que a Hahn continua desprezando seu ótimo trabalho ou por infantilidade ou pra dazer a Dr. Yo
ung crescer. Mas qual será realmente a motivação da substituta do Burke?


Quem é a filhinha preferida do papai? É difícil responder quando o pai em questão é o bêbado Tatcher, que usou e abusou da ingenuidade da filha mais velha. E quem agiu como adulta, mostrando a verdadeira face do pai e dando o maior (e ótimo) discurso pra cima da irmã, foi a Lexie.


A vida amorosa de Meredith e Derek é algo a parte na série. Com mais idas e vindas do que um namoro
teen, os dois parecem voltar a começar a se entender depois que a sem noção da Sydney deu o fora nele. Mas até quando os dois ficam sem problemas, principalmente agora, com a chegada da enfermeira na vida do neurocirurgião?

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Quatro meses atrás...

terça-feira, 13 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 8° episódio da 2ª temporada de Heroes, "Four Months Ago".


Os quatro meses que antecederam os primeiros sete capítulos foi muito melhor do que todo o resto da segunda temporada junto. A maioria das histórias foram esclarecidas de forma satisfatória e a dúvida sobre os objetivos da companhia é algo que pode nos surpreender.


Muito legal ver o Peter se explodindo e se regenerando tão rápido que ainda deu tempo de pegar o irmão no ar e levá-lo pro hospital. Mais legal ainda, depois da fuga, ver o Adam dando seu sangue e ver o Nathan se curando rapidamente! Agora já deu pra entender o que é aquela imagem que o Patrelli mais velho vê no espelho de vez em quando.


A história da Elle é muito triste, não? Mas não sei se acredito. Eu acho que ela gosta do Peter, de gostar, gostar mesmo. Eu só não entendi se ela é ou não filha do Bob. O Bob é outra incógnita pra mim, ele e a companhia. Qual o propósito desse povo?


Agora a Nikki tem outra personalidade, que eu esqueci o nome. Então a Jessica já era mesmo ou será que ela pode ter várias personalidades ou mesmo tempo? O fim do DL foi muito menos digno do que se ele tivesse morrido há quatro meses. Não entendi porque ele não deixou a bala passar direto igual ele fez com a cabela quando quase levou um soco.


* O passado dos mexicanos é ainda mais chato que o presente.
* Faltou explicar como o Sylar foi parar onde parou
* A ausência do Hiro foi fundamental pro episódio ser bom, não acham?

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A Química!

sábado, 10 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 7° episódio da 4ª temporada de Grey's Anatomy,"Physical Attraction... Chemical Reaction"

Eu achei ótimo o romance do George e da Izzie acabar (não que fosse a pior coisa do mundo), mas o motivo, a falta de química entre os dois no sexo, eu achei meio fraco. Ou forçado, não sei. Só sei que não gostei e as cenas entre os dois que me fizeram dar uma nota "baixa" pro episódio, que foi bom.


A briguinha entre as Greys já está me cansando também, mas o caso da semana que as duas cuidaram foi bom pra unir as duas, o mínimo que fosse. Foi ótimo ver o pai das duas bêbadasso, cambaleando pela rua. Depois daquele tapa que ele deu na Meredith, o cara tem que sofrer demais!


Será que é o fim da Callie no programa? Eu não vou sentir falta, mas não tinha necessidade de tirar ela, tinha? Agora assim, a Bailey conseguiu o cargo que merecia e ela chorando e abraçando o chief foi emocionante. Se já chamavam ela de "nazzi" antes, imaginem agora que ela tem mais "poderes"?


E a Christina? Será que ela vai procurar outra especialidade ou vai enfrentar a Dr. Erica Hahn? Eu tenho quase certeza que a segunda opção é a mais correta, mas vamos ver. Ela diz que não, mas ela é tão dependente da Merdith quanto o contrário, as duas tem mais química do que o Derek com o Chief, ou a Izzie e com Callie, ou o Sloan com a Hahn ou...

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The Cabarè!

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Esse post é referente ao 7° episódio da 1ª temporada de Gossip Girl, "Victor/Victrola".

Fim de namoro, menino virgem, pai, viciado em cocaína, preso, mensageira do mal e muito mais, foi o que rolou nesse ótimo episódio. O quase-sexo entre Serena e Dan foi um dos focos principais, mas como eu disse, muita coisa aconteceu.


As melhores cenas, disparado, foram as de devaneio do Dan, imaginando as amigas da Serena dando nota pro sexo dos dois e tentando imaginar como ela e o Nate fizeram, pra ele imitar. Hilário. Fora as consultas a videos-pornô e livros de Kama-sutra.


Pra mostrar que amadureceu e quer trabalhar, Chuck tenta fazer o pai comprar uma espécie de cabaré do século XXI. Seu pai, a princípio, não gosta da idéia e ele acaba se embriagando e contando pra Lily (namorada do seu pai) que ele está saindo com outra. E, assim, a mãe da Serena termina o episódio com quem realmente gosta, Rufus.


O Nate pede pra Jenny não contar pra Blair o que ele falou pra ele no baile de máscara, mas ela acaba contando e ficando mal com a amiga. Nate está enfrentando problemas muito mais sérios com seu pai, qu, quando confrontado, dá um soco no menino, que o entrega à polícia por causa das drogas. Ele e a Blair terminam o namoro e o garoto acaba descobrindo que o pai estava envolvido com muito mais coisas ilegais...



Com o fim do namoro, Blair vai se encontrar com o dono-de-cabaré Chuck e ela acaba dançando de forma bem sensual no palco. Indo pra casa, numa limosine, os dois acabam ficando. Será que o romance dos dois vai pra frente ou ela só fez isso porque estava frágil com o fim do namoro?

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A lenda do cavaleiro sem cabeça...?

sexta-feira, 9 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 5° episódio da 1ª temporada de Pushing Daisies, "Girth".


Quem já viu até esse episódio e não gostou da série, pode parar de ver. Pushing Daisies é assim, só magia. Eu li em algum blog, perdoem a falha na memória, que PD é um desenho com seres humanos reais, puxando para o lado Scoob Doo, eu não poderia concordar mais.


É interessante ver como uma infância tão dura quanto foi a de Ned, fez dele um fazedor de tortas tão doce e meigo. Conhecemos mais um pequeno pedaço da vida do Young Ned, ainda no internato, sempre com fé de que um dia iria receber uma carta do pai. E recebeu, no Halloween, dizendo que ele tinha se mudado e agora tinha uma nova família.


A história da Olive como jóquei foi simplesmente divertidíssima e os flashbacks, TODOS, perfeitos. Ela contrata o Emerson pra investigar a morte de um dos seus amigos, também ex-jóquei, e a cena dele "telefonando" para o dinheiro é muito boa.


No fim das contas, o fantasma era a mãe do ex-jóquei John Joseph Jacobs, mega boga campeão, que, na verdade, não tinha morrido coisa nenhuma, só estava 30 centímetros mais alto porque os médicos implantaram as pernas do cavalo no lugar das suas próprias, que tinham sido trituradas (vide raios-x!). Ela fazia isso só porque ele não poderia mais competir, uma espécia de vingança.


O cavalo que matava as pessoas me lembrou muito "A lenda do cavaleiro sem cabeça", assim como ao Anderson, e o carinho da produção com iluminação e maquiagem não tem igual em nenhuma série atual. É tudo muito bem feitinho, bonitinho, magicozinho... xD


* A amizade crescente entre Olive e Chuck é legal, mas tem um limite chamado Ned.
* A cena da Chuck vestida de fantasma pra ver as tias foi bonita e triste.
* O John Joseph Jacobs contando o tempo que gastou pra voltar a andar ao normal foi engraçado.
* As conversas paralelas entre o Ned e a Chuck durante o 1 minuto de algum morto é sempre legal.
* Finalmente alguém (lê-se, mãe do John Joseph Jacobs) zuou o nome da Chuck, por ser mais masculino que feminino.

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