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Por onde anda o Bill? + California Son

quarta-feira, 3 de outubro de 2007 |

Esse já é o quarto episódio em que o Bill não aparece, aconteceu alguma coisa que eu não to lembrando ou o ator saiu de Colifornication?

Não que ele tenha feito a menor diferença, porque esse episódio foi fantástico! A morte do pai do Hank nos mostrou (tanto em flashbacks quanto no tempo atual) outras facetas do escritor, cujo caráter é muito mais complexo do que um cheirador sex addicted. David Duchovny está se superando...

Duas cenas, ambas no final do episódio, foram bem intensas: A narração do seu pai (que foi feito pelo ótimo Mark Margolis) e a cena de sexo com a Karen. Não teve muitas cenas de comédia, mas um episódio desses, de vez em quando, é essencial para avaliarmos melhor os pesonagens e sabermos um pouco mais da sua história de vida.

Californication é renovada.

sábado, 8 de setembro de 2007 |


O canal Showtime decidiu renovar a sua nova série, Californication, para uma segunda temporada. A decisão foi tomada rapidamente, depois de sua estréia de sucesso de crítica e público.

A série, que estreou logo depois de Weeds, aumentou o número de espectadores a cada semana, e foi capaz de segurar 90% da audiência.

De qualquer forma, o time perfeito de Weeds + Californication deu ao Showtime uma poderosa hora de comédias e com a ajuda de Dexter e o fim de The Sopranos, o canal pode emergir como dominante na tv paga americana. Para saber mais sobre a série Californication, leia esse meu outro post.



Confesso que fui ver o episódio já cheio de preconceitos pela descrição que me foi apresentada alguns dias atrás: Um pai que deixa a filha, de 12 anos, se envolver na sua vida sexual (que é bem agitada)? Um escritor falido que quer reconquistar a mulher da sua vida? Tudo isso me pareceu bem tosco, mas tive que mudar de idéia ao ver o episódio piloto que vazou.


Hank, o personagem do ator David Duchovny, que fez o agente Mulder em "The X Files", é muito bem construido. Em meia hora de programa pudemos ver, mesmo no meio da orgia em que ele vive, que ele é um cara bem triste e que as únicas pessoas que ele realmente ama são as que estão mais longe dele: Sua filha e mãe dela, sua ex-namorada.

Hank simplesmente não se importa com mais ninguém. E, mais do que isso, ele tenta fazer o resto do mundo o odiar tanto quanto ele próprio se odeia. O seu único livro virou um filme bem ruinzinho e ele não consegue mais escrever longe de sua musa.


Acho que o seriado tem futuro. Duchovny é um ator fantástico e não nos lembra, nem de longe, o seu último personagem das telinhas. Com a força necessária que o personagem tem que ter, fiquei com vontade de ver a continuação da história.