Mais um aninho...

segunda-feira, 12 de novembro de 2007 |


Hoje é aniversário meu aniversário (e do Eric também) e estou completando 19 anos bem vividos! Agradeço a Deus e a todos que de alguma forma participaram da minha vida e, em especial, cada leitor desse humilde blog.

Assim como o Eric pediu a 5ª temporada, vou fazer meus pedidos!
Quem quiser me dar a primeira temporada dessa série fantástica é só me mandar um email que eu passo meus dados! ahahahhahhaa
E se você for mais afortunado e generoso, pode me dar a caixinha abaixo.
PS: Parei de comentar Chuck, não vale a pena! ¬¬

Edit: Esqueçam o que eu falei acima, CHUCK está bom demais!! Continuem vendo, mas, infelizmente, não vou ter mais tempo pra comentar...

A Química!

sábado, 10 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 7° episódio da 4ª temporada de Grey's Anatomy,"Physical Attraction... Chemical Reaction"

Eu achei ótimo o romance do George e da Izzie acabar (não que fosse a pior coisa do mundo), mas o motivo, a falta de química entre os dois no sexo, eu achei meio fraco. Ou forçado, não sei. Só sei que não gostei e as cenas entre os dois que me fizeram dar uma nota "baixa" pro episódio, que foi bom.


A briguinha entre as Greys já está me cansando também, mas o caso da semana que as duas cuidaram foi bom pra unir as duas, o mínimo que fosse. Foi ótimo ver o pai das duas bêbadasso, cambaleando pela rua. Depois daquele tapa que ele deu na Meredith, o cara tem que sofrer demais!


Será que é o fim da Callie no programa? Eu não vou sentir falta, mas não tinha necessidade de tirar ela, tinha? Agora assim, a Bailey conseguiu o cargo que merecia e ela chorando e abraçando o chief foi emocionante. Se já chamavam ela de "nazzi" antes, imaginem agora que ela tem mais "poderes"?


E a Christina? Será que ela vai procurar outra especialidade ou vai enfrentar a Dr. Erica Hahn? Eu tenho quase certeza que a segunda opção é a mais correta, mas vamos ver. Ela diz que não, mas ela é tão dependente da Merdith quanto o contrário, as duas tem mais química do que o Derek com o Chief, ou a Izzie e com Callie, ou o Sloan com a Hahn ou...

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The Cabarè!

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Esse post é referente ao 7° episódio da 1ª temporada de Gossip Girl, "Victor/Victrola".

Fim de namoro, menino virgem, pai, viciado em cocaína, preso, mensageira do mal e muito mais, foi o que rolou nesse ótimo episódio. O quase-sexo entre Serena e Dan foi um dos focos principais, mas como eu disse, muita coisa aconteceu.


As melhores cenas, disparado, foram as de devaneio do Dan, imaginando as amigas da Serena dando nota pro sexo dos dois e tentando imaginar como ela e o Nate fizeram, pra ele imitar. Hilário. Fora as consultas a videos-pornô e livros de Kama-sutra.


Pra mostrar que amadureceu e quer trabalhar, Chuck tenta fazer o pai comprar uma espécie de cabaré do século XXI. Seu pai, a princípio, não gosta da idéia e ele acaba se embriagando e contando pra Lily (namorada do seu pai) que ele está saindo com outra. E, assim, a mãe da Serena termina o episódio com quem realmente gosta, Rufus.


O Nate pede pra Jenny não contar pra Blair o que ele falou pra ele no baile de máscara, mas ela acaba contando e ficando mal com a amiga. Nate está enfrentando problemas muito mais sérios com seu pai, qu, quando confrontado, dá um soco no menino, que o entrega à polícia por causa das drogas. Ele e a Blair terminam o namoro e o garoto acaba descobrindo que o pai estava envolvido com muito mais coisas ilegais...



Com o fim do namoro, Blair vai se encontrar com o dono-de-cabaré Chuck e ela acaba dançando de forma bem sensual no palco. Indo pra casa, numa limosine, os dois acabam ficando. Será que o romance dos dois vai pra frente ou ela só fez isso porque estava frágil com o fim do namoro?

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A lenda do cavaleiro sem cabeça...?

sexta-feira, 9 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 5° episódio da 1ª temporada de Pushing Daisies, "Girth".


Quem já viu até esse episódio e não gostou da série, pode parar de ver. Pushing Daisies é assim, só magia. Eu li em algum blog, perdoem a falha na memória, que PD é um desenho com seres humanos reais, puxando para o lado Scoob Doo, eu não poderia concordar mais.


É interessante ver como uma infância tão dura quanto foi a de Ned, fez dele um fazedor de tortas tão doce e meigo. Conhecemos mais um pequeno pedaço da vida do Young Ned, ainda no internato, sempre com fé de que um dia iria receber uma carta do pai. E recebeu, no Halloween, dizendo que ele tinha se mudado e agora tinha uma nova família.


A história da Olive como jóquei foi simplesmente divertidíssima e os flashbacks, TODOS, perfeitos. Ela contrata o Emerson pra investigar a morte de um dos seus amigos, também ex-jóquei, e a cena dele "telefonando" para o dinheiro é muito boa.


No fim das contas, o fantasma era a mãe do ex-jóquei John Joseph Jacobs, mega boga campeão, que, na verdade, não tinha morrido coisa nenhuma, só estava 30 centímetros mais alto porque os médicos implantaram as pernas do cavalo no lugar das suas próprias, que tinham sido trituradas (vide raios-x!). Ela fazia isso só porque ele não poderia mais competir, uma espécia de vingança.


O cavalo que matava as pessoas me lembrou muito "A lenda do cavaleiro sem cabeça", assim como ao Anderson, e o carinho da produção com iluminação e maquiagem não tem igual em nenhuma série atual. É tudo muito bem feitinho, bonitinho, magicozinho... xD


* A amizade crescente entre Olive e Chuck é legal, mas tem um limite chamado Ned.
* A cena da Chuck vestida de fantasma pra ver as tias foi bonita e triste.
* O John Joseph Jacobs contando o tempo que gastou pra voltar a andar ao normal foi engraçado.
* As conversas paralelas entre o Ned e a Chuck durante o 1 minuto de algum morto é sempre legal.
* Finalmente alguém (lê-se, mãe do John Joseph Jacobs) zuou o nome da Chuck, por ser mais masculino que feminino.

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Será que agora engrena?

quinta-feira, 8 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 7° episódio da 2ª temporada de Heroes, "Out Of Time".


Ainda não foi AQUELE episódio, mas "Out of Time" já é o melhor da temporada. Não por um superdesenvolvimento da trama, mas por já nos delinear os rumos que a série vai seguir. Muitas histórias estão se agrupando, diminuido o número de subtramas. Mas dá pra melhorar muito ainda!


Finalmente o Hiro voltou da, descartável, história no Japão feudal e se reencontrou com o Ando, sabe-se Deus lá como. A luta de espadas entre ele e o Takezo Kensei/Adam foi legal, mas a explosão de todo o acampamento por causa de uma barraca com pólvora foi forçado. Ele voltou sozinho pra 2007, mas, de alguma forma, o Takezo Kensei está vivo, junto com o Peter, com o nome de Adam.


Em 2008, Peter e Cattelin descobrem que 93% da população foi infectada por um vírus (que já vimos ser aplicado nesse mesmo episódio na Nikki). A única diferença desse vírus para o de "Resident Evil" é que o de Heroes mata, não deixa as pessoas se transformarem em zumbis. Constatado esse fato, Peter volta para o Canada em 2007 (sem querer mesmo) e encontra o seu "velho amigo Adam".


West e Claire namorando em casa, com a supervisão da mãe foi bem sem salzinho, até o pai da garota chegar e ser reconhecido pelo menino voador como sendo o cara que o sequestrou há alguns anos. A cheerleader até tenta explicar e talz, mas o cara sai voando, literalmente, achando que é algum tipo de armação do pai com a filha. Namoro rompido?


Mesmo com um péssimo erro de sequência, ver o Matt entrando no sonho onde a Molly está presa e desenvolver suas habilidades a ponto de trazer
o pai pra dentro desse sonho foi muito interessante. A volta do DL, mesmo sendo só na cabeça da Nikki, me fez perceber que esse poder é mais complexo do que eu imaginava.


Outra coisa! O pai do Matt não é o vilão!! Ele é "somente" a arma. Pelo que eu entendi, quem está usando o pai do Matt (ainda não gravei o nome dele) pra matar as pessoas da companhia é o próprio Adam/Takezo Kensei? Mas o cara viaja no tempo ou é imortal? Caso ele seja imortal, ele não envelhece por que? Se ele estivesse em
Moonlight essa explicação seria tão mais fácil...

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Isso é que é Halloween...

quarta-feira, 7 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 6° episódio da 4ª temporada de Grey's Anatomy,"Kung Fu Fighting"


Tudo bem que o Dia das Bruxas no Seatle Grace foi semana passada, mas as coisas mais bizarras aconteceram nessa semana. Disputas quase mortais por um vestido de noiva, operação cardíaca com o paciente acordado e até um homem que caiu de 3600 metros de altura e sé teve que fazer uma cirurgia para a retirada do apêndice...


A idéia que quiseram passar, do cara que sobreviveu da queda do avião, foi até boa, mas irreal demais até para os padrões de Grey's Anatomy. Mas, realmente, são nos momentos mais difíceis da vida que conseguimos fazer e falar o que queremos. Todo mundo é covarde demais e morre de medo de demostrar o que sente e, no fim das contas, foi bem apresentado, através desse caso.


A Izzie continua se apegando demais a seus pacientes e, para um médico, isso é muito legal. Ver ele cuidando de cada detalhe, antes mesmo da cirurgia, para que o velhinho se sentisse bem e confotável foi até bonito de se ver. E ela acalmando ele num momento crítico foi emocionante.


O Sloan percebeu que a Callie está meio mal com a separação e dá a função mais humilhante do episódio pro George; Segurar o vestido de noiva (que estava sendo disputado, quem o segurasse por mais tempo ganhava U$100.000,00) para uma das competidoras enquanto ela era medicada. Algumas cenas foram forçadas, mas muitas foram hilárias.


Isso tudo fora as questões pessoais dos personagens. Meredith aceitando que não consegue viver sem o McDreamy, a Izzie e o George sem conseguir a noite perfeita do casal (com direito há muitas risadas do choro da doutora) e o melhor de tudo, a Lexie é amarradona num bad boy one-night-stand e acaba pegando o Alex.

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Primeiro Mobisódio - "Lost: Missing Pieces - The Watch"

terça-feira, 6 de novembro de 2007 |

Diretamente do Lost In Lost, eu trago o primeiro episódio para celulares de Lost. É uma conversa bem rápida entre o Jack e seu pai e o episódio se chama "The Watch" ou "O Relógio". Abaixo, a tradução feita pelo Carlos Alexandre Monteiro.



Eis aí a transcrição da conversa entre Jack e Christian, traduzida a partir de um post original do blog DarkUfo:

Christian: O que você está fazendo, garoto?

[A câmera se move, e vemos que eles estão em frente ao hotel em que Jack casou]

Jack: Só tacando pedras.

Christian: Boa! É bom ficar jogando pedrinhas antes de se casar.

Jack: Ou faço isso, ou fico lá dentro com Sarah e o produtor do casamento tentando achar o lugar certo para os arranjos de flores.

Christian: Sábia decisão. Escuta, antes de hoje à noite e das coisas ficarem muito agitadas, queria te dar uma coisa que foi do meu pai e que acho que vai servir em você.

[Christian abre um lenço branco e, de dentro dele, tira um relógio de pulso]

Jack: Nunca vi você usando esse relógio.

Christian: É porque eu nunca o usei. Olha, seu avô não gostava da sua mãe. Ele achava que era um erro eu casar com ela. Ele me disse, na minha cara, que no dia em que eu casasse, ele me daria esse relógio. Então, nunca o usei.

Jack: Você está tentando me dizer algo?

[Jack põe o relógio]

Jack: Acho que isso realmente está acontecendo, né?

Christian: Assim que as flores estiverem no lugar... e que acabarem suas pedras.

[pausa]

Christian: Me faz um favor? Se você e Sarah um dia tiverem um filho, trate-o melhor do que eu te tratei.

Jack: Sem pressões, ok?

Christian: Te vejo lá dentro, garoto.


Esse post é referente ao 6° episódio da 2ª temporada de Heroes, "The Line".


Desculpem o atraso de uma semana, mas aos poucos vou colocando ordem na casa. Como de costume, mais um episódio arrastado de Heroes, que, hoje, vejo sem compromisso algum. Tem gente ainda achando que quantidade é melhor que qualidade, vai saber! É muito herói pra pouca estória.


Não esperem que eu comente o ataque de histeria do Suresh ou da entrada dos mexicanos nos EUA (mesmo com o bom desempenho do Sylar, que está sendo mal aproveitado) ou toda a prezepada do Hiro no Japão feudal, porque eu não vou. A cena da princesa tapando a boca do Hiro pra reconhecer que o Kensei que a salvou era o japa e não o inglês, foi vergonhosa.


A Claire pregando uma peça na cheerleader foi engraçadinho, mas é o tipo de coisa que não faz a trama andar, em Heroes. Fora aquela super culpa na consciência que ela ficou depois. Qualquer um teria pensado duas vezes, depois de tudo que seu pai falou.

Por falar em Mr. Bennett, o cara é mais mau do que eu pensava. Conseguiu o que queria do carinha lá e o matou sem dó. Agora que ele descobriu os quadros, vamos finalmente entender qual é o arco principal da temporada?



"Os nomes das ruas estão em francês, então acho melhor a gente ir pro Canadá..." - Me poupe! Ninguém teria esse raciocínio. Qualquer ser humano no mundo cogitaria a França, mas a lógica não é mais necessária nos dias atuais. [sarcasmo]Graças a Deus, pois, caso contrário, nosso herói com amnesia não leria aquele importantíssimo bilhete e não descobriria que, em 2008, NY estaria desabitada...[/sarcasmo]

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Esse post é referente ao 5° episódio da 1ª temporada de Moonlight, "Arrested Development".


Um desenvolvimento interrompido vampírico é muito mais traumátic
o do que o de um humano. Pelo menos foi o caso do menino de 16/200 anos. Cheio de problemas emocionais e psicológicos, o menino está no auge da puberdade, que nunca vai acabar.


Realmente deve ser complicado estar preso em uma mesma idade, principalmente quando não se pode escolher, que vai viver por toda a eternidade. Rider England foi convertido com 16 anos e sofre com essa difícil fase, mesmo para os humanos, há 200.


Ele tem problemas com acnes, é desengonçado e meio feinho. Isso é mais do que suficiente pra qualquer adolescente entrar em uma crisesinha, mas depois de dois séculos nessa tortura, o cara resolve contratar prostitutas, "usá-las" e depois matá-las. Eu não tento justificar seus atos, mas ele sofreu bastante.


Mick está a procura de uma garotade programa, a pedido dos pais dela, e Beth está caçando o vampiro juvenil, que já fez uma vítima, ao mesmo tempo que tenta resolver os problemas com o namorado, que já anda desconfiado da relação dela com o Mick doidão.


Claro que o caso dos dois, na verdade, era um caso só, e eles ficam juntos por todo o episódio. Condeguem achar a garota (viva) e o vamp-júnior, revoltado com a vida. O Mick até tenta dar uma de paizão, mas o rapaz acaba decapitado numa ótima luta em cima dos trilhos da montanha russa.

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Os problemas de uma vida dupla.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 5° episódio da 1ª temporada de Chuck, "Chuck Versus the Sizzling Shrimp".

Chuck se vê em mais uma investigação, dessa vez de uma chinesa, e acaba não dando tanto valor e tempo para o seu melhor amigo e nem pra sua irmã. Como ele não pode contar a nenhum dos dois o que faz da vida, as desculpas são esfarrapadas e a mágoa é inevitável.


A série continua estável, o que não é necessáriamente bom. O fato de já sabermos que a história começa uma ameaça terrível e termina com todos os personagens bem é um tanto quanto frustrante. Tinha que ter um arco maior, algo que nos deixasse preocupados com os personagens, sei lá.


Se a irmã do Chuck conseguiu suportar o Morgan por 12 horas, não foi muito difícil, pra mim, aguentar o carinha por alguns minutos, ele teve seus momentos e até me fez sentir pena de tão looser que ele é.


O tom cômico da série continua muito bom, com o Zachari Levi, e a cena dele escutando um cd cuja letra da música lembrava algo de espionagem, falando que "sentinelas até que são legais" foi hilário!


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Homenagem à Sarah Sidle

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Direto do Momento Tv, um videozinho comercial que faz um tributo aos mais de 7 anos de atuação da atriz, anunciando, assim, a sua saída da série. É bem bonitinho.


Esse post é referente ao 4° episódio da 1ª temporada de Pushing Daisies, "Pigeon".

A temporada continua com um nível bem alto e esse episódio foi um pouquinho confuso, mas nada que uma reprise não colocasse tudo no lugar. Porque Pushing Daisies é o tipo de série que você pode rever os episódios sem se entediar.


Dois flashbacks marcaram o episódio de formas diferentes. O primeiro mostra o Ned ainda criança e sua relação com o engraçadíssimo Digby, seu cachorro, e o tanto que os dois se entendem. O último, que mostrou os diamantes sendo escondidos na escada do moinho de vento, foi muito bonito e bem feito.



É ótimo ver as tias da Chuck ficando mais alegrinhas com as tortas homeopáticas e duas cenas legais; A primeira foi o hilário implante de uma asa de papagaio em um pombo e outra foi a Olive cantando uma música com a Vivian.

O Ned passou um pequeno sufoco com a rápida concorrência e o ciúmes que se aflorou foi muito bem desenvolvido. A conversa no cemitério com a cara de descontentamento do Emerson foi marcante. Afinal, todo casal tem suas brigas.



O romance entre o seqüestrador e a dona do moinho também é muito legal. São dela as melhores frases do episódio, tanto a do título do post quanto a "Não, você não usou laços para me amarrar, né? Você amarra um refém como se fosse seu tênis." me mataram de rir.

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Encontros e desencontros

sexta-feira, 2 de novembro de 2007 |


Esse post é referente ao 6° episódio da 1ª temporada de
Gossip Girl, "The Handmaiden's Tale".


Um clássico de dramas teens foi utilizado nesse episódio, os encontros e desencontros. A abordagem foi bem interessante e por mais clichê que algumas cenas foram, tivemos algumas revelações e a descoberta de um sentimento que, na verdade, sempre esteve guardado entre dois velhos amigos.


A entrada da Vanessa na série com certeza vai dar uma esquentada na trama do Dan com a Serena. Afinal, a amiga conhece muio mais ele do que a própria namorada, já que eles viveram muito mais tempo juntos. E até quando a V. vai conseguir deixar ele ir? Porque está bem claro que ela gosta dele. Ou não?


A Jenny está do jeito que eu gosto, mesmo deixando ser tratada como escrava pela Blair ela foi à festa de máscaras e ainda conseguiu se vingar do Chuck de um jeito que só ele mesmo cairia. A declaração do Nate pra ela vai ser uma bomba que ela não deve segurar por muito tempo. Mas pra quem será que ela vai contar que o Nate gosta da Serena, pra ela mesma ou pra Blair (que está mega brava por ela ter ido à festa sem convite)?


Na parte adulta da série, o Rufus beijou a Lily pra fazer ciúmes em um outro cara. Mas é impressão minha ou ele entendeu, somente ali, naquele momento, que gosta dela? Ela também está confusa e essa história vai render. Outro adulto com problemas é o pai do Nate, que anda usando cocaína. Será que ele vai assumir a culpa no lugar do pai?

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