PopGuls entrevista Jorja Fox

segunda-feira, 25 de junho de 2007 |

A primeira coisa que notei sobre Jorja Fox é como ela ri fácil. Isso é um pouco contraditório, considerando sua personagem em CSI: Crime Scene Investigation, Sara Sidle, que não é conhecida pelo seu senso de humor. Contraditório mas infeccioso e mesmo pelo telefone, parece menos uma entrevista e mais como uma reunião para tomar uma cerveja em um pub e dividir algumas histórias.

Ela fala para o PopGurls sobre a comunidade CSI, o relacionamento de Grissom e Sara, a influência de Eric Szmanda e ser uma sem teto na Europa quando tinha 17.

Você teve papel de mulheres fortes nas três maiores series da década passada – Maggie Doyle em ER, Agente Gina Toscano em West Wing e agora Sara Sidle em CSI.
Eu acho que eu sou realmente afortunada – especialmente quando você fala sobre três personagens diferentes. Eu fiquei com medo de ficar marcada pelo personagem, mas aí eu pensei – "se eu ficar, o quão sortuda eu sou?".
Essas mulheres são todas tão inteligentes, e especialistas em alguma coisa. A personagem que eu mais treinei, foi provavelmente, Gina Toscano – ela era uma das 200 pessoas no planeta que sabia fazer o que ela fazia. Por isso foi tão legal interpretá-la.

O que você aprendeu interpretando-as?
Eu definitivamente aprendi que ter uma arma ao seu lado é útil. Até Maggie Doyle, que era uma vegetariana em ER, era uma colecionadora de armas. Seu hobby era atirar e colecionar armas. Todas as personagens tinham alguma coisa amarrada em suas pernas. (risos)

Você teve aulas sobre segurança com armas?
Não! Isso não é engraçado? Não tem requerimentos para carregar uma arma na televisão. (risos) Eu particularmente não tenho uma arma. Eu já fui em um campo de tiros algumas vezes para diferentes papeis mas eu não faço isso há algum tempo. Tem alguns campos de tiros em L.A. e eu achei que seria legal em um sábado a noite sair para atirar. Mas eu não fiz isso ainda.

Eles te deram aulas de como se segura uma arma corretamente?
Sim. Certamente. Eu acabei de gravar uma cena ontem que eu tinha que puxar minha arma em CSI. O que é engraçado é que a última vez que eu puxei minha arma em CSI faz dois anos, e cada vez que eu tenho que sacá-la, eu tenho que aprender tudo outra vez, o jeito correto de segurar, aí parece profissional.
Eu aprendo o que eu tenho que aprender para o dia e depois deleto tudo para poder ficar pronta para o dia seguinte – fica tudo na memória curta. Tem coisas que eu tenho feito há sete anos e os técnicos tem que me lembrar como se faz.

Como o que?
Quando uso a fita adesiva ou retiro impressão digital tenho que diminuir os movimentos da mão, mas tem um jeito exato de fazer. Nós estamos sempre tentando fazer as coisas da maneira mais realista possível. Eu tenho colhido impressões digitais por sete anos e nosso técnico conselheiro – agora é Larry Mitchell e ele é um gênio – ainda diz: "segure seu pulso mais como se você estivesse pintando". Ele me dá esses pequenos conselhos que fazem tudo parecer certo.
Eu não tenho nenhum dom para ciência. Nenhum. É realmente hilário eu interpretar esse personagem toda semana.

Eu estava atraída por CSI não apenas pela composição e conceitos, mas porque todos os personagens são falhos. E eu acho que você faz um fantástico trabalho retratando Sara como uma mulher forte e esperta. Como você compôs a Sara?
Alguma coisa mudou ao passar das temporadas?
Oh, obrigada. Bem, eu tenho muita experiência em ser falha, então isso veio da minha vida. (risos)
Esse tem sido um grande ano para Sara. É muito raro chegar a uma sétima temporada e mais raro ainda fazer isso com uma linha diferente da história. Grissom e Sara tem dançado esse tango pro um longo tempo. Depois do final da sexta temporada, isso realmente deixou as pessoas não apenas com o senso de que alguma coisa está acontecendo, mas também de há quanto tempo está acontecendo. Então é realmente legal ter essa coisa nova pra interpretar. Billy e eu achamos que o romance de Sara e Grissom já tinha enchido o saco das pessoas, que elas estavam cansadas disso e que queriam historias novas. Eu fiquei muito surpresa em saber que havia espaço para isso, que as pessoas gostariam de ver o que aconteceria entre eles. Depois da bomba no final da temporada, nós decidimos apenas deixar a coisa respirar um pouco – tipo "agora vocês sabem, e é assim que acontece". Foi um primeiro semestre maravilhoso para eles – foi bastante prazeroso e bastante tenso, a gente só quer que a poeira baixe. Daqui por diante, terá coisas muito interessantes que se colocarão entre eles e eu estou muito entusiasmada com isso. E, no começo do ano, eu meio que decidi que – mesmo eu estando sob o guarda-chuva CSI – eu, pessoalmente, estava em uma comédia romântica.

Sério?
É – o nervosismo e os altos e baixos. Mesmo não falando muito sobre isso, agora é como se houvesse "mais cores" em cada cena que atuamos juntos. Eles sempre acham divertido interpretar e acredito que os fãs também gostam. Você não quer chatear alguém com algo como isso. Uma coisa é chatear os espectadores com nossas histórias, entretanto chateá-los com a vida pessoal dos personagens seria pior. (risos) Teria que encarar isso pessoalmente.
Nossos escritores, nosso fenômeno. Cada ano se torna mais difícil e desafiador para eles criar coisas novas para o show, ao mesmo tempo é diferente o suficiente para continuar surpreendendo o público. Depois de tantos anos, eles têm o trabalho mais difícil. Minha parte é dar vida à história. Então realmente eles merecem parabéns, eles estão fazendo um grande trabalho.

Os escritores falaram pra você por quanto tempo Grissom e Sara estão juntos, ou simplesmente aconteceu com a história?
Voltando a quando recebi o primeiro episódio de CSI, [Sara] foi definida como alguém por quem Grissom poderia se interessar. Foi bem natural para mim e para o Billy interpretar isso, um pouco porque inicialmente seria a história desses dois personagens. Até que mudaram de idéia por um tempo – algumas pessoas acharam ter funcionado, outras não.
Começamos a perceber como tivemos sorte de poder mostrar isso por um tempo, até que foi decidido pelos escritores que seria melhor segurar um pouco essa história, porque, se os personagens simplesmente ficam juntos, então para onde se vai depois? Então [eles decidiram], "vamos dar um tempo por enquanto assim sempre teremos algo mais para mostrar”.

No final da sexta temporada, o último episódio estava pronto e já estávamos filmando. Então Carol Mendelsohn (produtora executiva) me ligou e disse: "O que você acha disso? Estava falando com Billy e 'tipo que' decidimos que poderíamos fazer isso. Você está interessada?" Eu disse "é claro!".
Acho que passamos o ano inteiro explorando possibilidades; mas, por seis ou sete anos, ninguém sabia onde isso estava indo ou a quanto tempo eles se conheciam. Sorte nossa, o foco principal do show é seguir as evidências e desvendar o mistério, tem funcionado. (risos) Ainda há alguns buracos, como a quanto tempo Sara e Grissom se conhecem? Onde eles se encontraram? Eles estiveram juntos antes? Eles se separaram e agora estão juntos de novo?

Essas perguntas serão respondidas nos próximos episódios?
Acho que haverá apenas algumas respostas. Pra mim, essa é a parte divertida. Se damos aos telespectadores esse novo mistério. Uma vez que é uma série de suspense – em que as pessoas tentam solucionar o mistério – então pode ser legal apenas deixar evidências. Pode se tornar parte do mistério do show. Acho que essas pistas estarão aqui e ali.
É tudo sobre a indefinição, isso posso dizer com certeza.

Você disse que os escritores e os produtores de CSI são gentis. Se houver algum lugar que você realmente não queira ir com o personagem, você pode falar com eles, e geralmente eles modificarão o curso. Quando foi que você falou com os produtores sobre algo com que você não se sentiu confortável para Sara?
Aconteceu algumas vezes. A primeira que me lembro, bem no começo, foi quando os escritores queriam criar tensão entre Catherine Willows e Sara Sidle. Eles começaram escrever e isso poderia ser um dos temas ao longo do show. Marg [Helgenberger, que interpreta Catherine] e eu conversamos sobre isso e sentimos que, já que éramos as únicas mulheres na série naquela época, brigar uma com a outra e disputar uma posição era algo que não queríamos fazer. Na verdade, queríamos trabalhar bem juntas e ainda podíamos discordar em alguns pontos de vez em quando. Com certeza Sara e Catherine são pessoas diferentes e tratam as coisas de maneiras diferentes, mas não queríamos que aquela situação permanecesse. Conversamos com os escritores, eles foram gentis e voltaram atrás nesse ponto, o que foi ótimo.
Me senti mais atraída pela amizade dessas duas mulheres que são tão diferentes em vez de opostas. Elas já estiveram em lados opostos também. Algumas vezes o elenco propôs idéias e os escritores fizeram o script. Eles também fazem isso por nós. Acho que isso é raro na tv e também é maravilhoso. Às vezes, quando estamos no set, o autor quer a cena de um jeito, o diretor de outro e o elenco de outro jeito, e se pudermos conversar por alguns minutos todos ficarão satisfeitos com algo que ainda pode ser diferente do que tínhamos pensado antes. Isso é motivador!

Isso parece raro na tv.
Concordo. Talvez por ser a primeira vez que estou em uma série por tanto tempo, não sei como as coisas funcionam em outros lugares. Pelo menos tradicionalmente, de onde venho antes de fazer CSI, nunca trabalhei de forma tão colaborativa. Ter montes de coisas a fazer e trabalhar com William Petersen e Carol Mendelsohn. Billy disse claramente que o jeito que ele sabe trabalhar, do teatro, é colaborativamente; e, se ele fosse trocar de trabalho, aquele tipo de guideline teria que ser substituído.
Tem sido surpreendente. Há poucos shows que eu participei e que não saíram do ar ainda, mas participo duas vezes ao ano e talvez algum dia. (risos) Eu não desisto. Talvez eu seja uma das atrizes mais irritantes do show no que diz respeito a isso. (risos).
O lado bom é que, depois de sete anos, ainda estamos nisso. Ainda pensamos nisso. Ainda estamos motivados, e esse é o objetivo. Você iria preferir alguém batendo na sua porta às oito da noite a atores que não vêm e não se importam.

E, da perspectiva de fã, você deseja ver o elenco tão apaixonado pelo show quanto você é?
Sim, obrigada. Você está completamente certa. Se nós estivermos chateados, então todos estarão também.

Haverá oitava temporada?
Até onde sei, todos estarão de volta.

É um grande elenco, você passa seu tempo com pessoas fora do trabalho?
É mesmo um grande elenco, agora há dez de nós, regulares. Há poucos membros do elenco que vejo fora do trabalho o tempo todo. Mesmo os outros – talvez não vivamos tão próximos – fazem parte da minha família. Eu os adoro, andaria no vidro por eles. Brigamos de vez em quando, mas é como uma família. O grupo é o mesmo desde a terceira temporada, alguns desde a primeira. Isso realmente é raro.

Parece uma grande comunidade.
Sim, embora também seja assustador. Quando alguém vem visitar, nos conhecemos tão bem que a reação mais provável é "quem é o novato? Alguém para conversar!" E todos vão até essa pessoa. "Qual seu nome? De onde você é?" Amamos companhia. (risos) Nos comportamos melhor quando temos companhia!

Vi que você e Eric Szmanda são membros do World Adult Kickball Association, e jogam pelo time Royal Blue Balls. Como você entrou nessa?
Ele me levou! Ele, alguns amigos e o time precisavam desesperadamente de mulheres. A última temporada foi nossa primeira, e o pontapé inicial da próxima temporada está chegando. Temos praticado para nos prepararmos - é muito divertido.
Eric pode ser quem vejo mais, devido a interesses comuns como kickball. (risos)

Você tem um apelido atrás da sua camiseta?
Sim, como "batting last". Sou terrível. Estou negociando para ser líder de torcida esse ano. Seria uma coisa completamente nova pra mim – não tenho nenhuma experiência. O time precisa de líderes de torcida e poderia ser divertido fazer isso na minha idade pela primeira vez. Acho que não vão aceitar, mas vamos ver.

Em algumas entrevistas, notei que você é fã de cerveja. O que você bebe normalmente?
Quando chega o verão, bebo qualquer coisa que quiser. Adoro as cervejas de produção limitada. Mas quando estou trabalhando além da conta, bebo a Heineken Light. Voltaremos a trabalhar em julho e nessa época do ano, alguns de nós mal vestimos o mesmo tamanho de calça que usávamos no começo da temporada. Eu subo um número – bem, minha cintura aumenta um número e meus ombros diminuem um por causa do surfe. No inverno, diminuo um número. É triste.

Então é isso o que você faz durante todo o verão? Vai surfar?
Sim. Eu surfo, faço caminhadas e corro. Nunca fui uma atleta, por isso, a condição climática influencia no meu treinamento. Se o sol ainda estiver aparecendo lá pelas oito ou nove da noite, posso surfar depois do trabalho, algumas vezes. Mas se estiver escuro às cinco da tarde, fica mais difícil. Estou sempre tentando manter a forma, mas sou daquelas pessoas que – se estou ocupada de verdade– fazer exercícios é umas das primeiras coisas que caem fora da minha lista de "coisas a fazer". Mas tem outras pessoas do seriado que são muito mais disciplinadas do que eu. A Marg – não interessa se está chovendo ou nevando, ela vai malhar. Fico impressionada.

O que você mais gosta de fazer depois que acaba de filmar a temporada?
Dormir.
Nos últimos dois anos, Eric tem me arrastado para Coachella. É um grande festival de música na California. Já tinha ido algumas vezes, mas fazia tempo que não ia. Realmente me divertia bastante, mas estávamos tão cansados que paramos. Disse a ele que este ano não há nada que me faça ir. Só quero desligar o telefone e fazer nada além do que dormir por quatro dias. É isso que eu vou tentar fazer este ano, mas ele continua me mandando a programação e vira e mexe, sempre tem alguém tocando o que eu gostaria de ver.

Voltando para o "The West Wing", como foi para você estar no show?
Foi sensacional. Foi em 2000, ano de eleição presidencial. Tivemos a Convenção Nacional dos Democratas em Los Angeles e tínhamos um carinhoso e amigável relacionamento entre a administração Clinton e o "The West Wing". Por isso, fomos convidados a ir todas as noites ao jantar dos correspondentes da Casa Branca no último ano do governo Clinton. Fui a lugares e conheci pessoas que nunca teria tido a oportunidade de conhecer e me senti honrada por fazer parte de tudo isso.
Sempre tive um senso romântico e ingênuo sobre política. Acho interessante. O que os políticos fazem é realmente bacana – o ideal de ir a Washington para servir sua área ou Estado ou País. É uma ocupação muito nobre. Foi realmente maravilhoso fazer parte de tudo isso, ouvir Gore naquele ano. Na época da Convenção Nacional dos Democratas, ele já era o que todos esperávamos ver no futuro. Foi um grande choque para muitas pessoas quando seus números começaram a cair nas pesquisas e aconteceu aquele desastre.

Quando deixei "The West Wing", pensei de verdade que voltaria para a série porque achava que CSI iria cair. Um programa sobre morte, na sexta-feira à noite nunca iria decolar. As pessoas não se interessariam por ele. Aaron Sorkin (criador do The West Wing) nunca excluiu nenhum de seus personagens. Com a quantidade de papéis no programa e a quantidade de pessoas indo e vindo, ele sentiu que tudo o que não deveria fazer era tentar explicar a chegada ou partida de alguém porque a maioria dos personagens desapareceria.
Gravei toda a última temporada. Ainda estou assistindo (os episódios). Acho fenomenal. A forma que trouxeram de volta personagens como Sam Seaborn, interpretado por Rob Lowe e como eles amarraram tudo. Acho que Sorkin é um dos maiores escritores que já tive o prazer de ler.

Você disse que "sonhos se tornam realidade freqüentemente". Qual o seu sonho recente que se tornou realidade?
Tem alguns deles. Tivemos um descanso de duas semanas em dezembro e eu passei todo esse tempo surfando em Porto Rico. Na Flórida, tem uma grande cultura do surfe e tem esse lugar mítico, o lado oeste de Porto Rico. As pessoas falam sobre ondas míticas e gigantescas. Este tem sido um sonho meu desde que era criancinha. Ir até lá e surfar. Foi demais.

Quando você percebeu que tinha alguma fama?
Ainda estou percebendo. Estou me saindo bem, definitivamente melhor do que outros membros do elenco. Mas tenho a impressão de que posso entrar e sair dos lugares e as pessoas não irão me notar.

Bem, acho que foi na época de ER (Plantão Médico) com certeza. Quando consegui um papel em ER, era a terceira temporada e era o seriado número um no mundo inteiro. Quando consegui o emprego, quase peguei meu carro e dirigi até o México. Deveria começar na manhã seguinte. E mesmo nunca tendo assistido ER de verdade, percebi que quando o meu primeiro episódio fosse ao ar, todos saberiam que eu era uma impostora. Era o momento de fazer sucesso ou fracassar. O mundo iria ver o que eu estava fazendo. Uma coisa é engatinhar, fazer um piloto aqui e outro ali; outra coisa é, de uma hora para outra, estar no seriado número um do mundo. Estava estarrecida.

Tenho sorte porque tem sido um caminho lento e constante para mim. Tenho amigos que um dia eram completos desconhecidos e que literalmente, uma semana depois, todos sabiam quem eles eram. Acho que seria psicologicamente confuso. Muito mais do que o caminho que eu estou seguindo.
O que mais me impressiona agora é que as pessoas sabem meu nome. Durante anos, as pessoas disseram "Oh, você é a garota do CSI! Eu amo a Sara, ela é demais!". Mas agora se eu for andar pelas ruas, as pessoas dirão "Jorja!". Tenho de ficar parada por um minuto me perguntando "eu conheço esta pessoa?", porque eles sabem quem eu sou. A sua primeira suposição é a de que se alguém está te chamando pelo seu primeiro nome, você deve conhecê-la. E cada vez mais e mais, são pessoas que nunca conheci, eles apenas sabem quem eu sou.

Nossa... nunca pensei desta forma antes. O quão surreal deve ser alguém te chamar pelo nome e você não conhecer a pessoa.
E é embaraçoso de vez em quando – quando acontece de alguém que realmente me conhece e eu acho que não conheço a pessoa. Por exemplo... eu conhecia a pessoa da aula de ioga que freqüentei quatro anos atrás.
Para mim tem sido uma coisa boa. É um mundo amigável. As pessoas são legais comigo em qualquer lugar que eu vá. Realmente é uma coisa muito positiva para mim.

Fonte: CSI Brasil.

6 comentários:

Anônimo disse...

Estava eu aki na net procurando videos de CSI, quando dou de cara com essa entrevista, diga se de passagem maravilhosa! Realmente surprendente e instigante o modo como foi conduzida a entrevista, tendo um aproveitamento perfeito!
Sem comentários a respeito desta atriz maravilhosa que tem desenvolvido ao longo destes 8 anos um papel carismatico como a CSI Sara Sidle, que penso ser um dos melhores papeis até então e um dos que a mais consagrou, mas Jorja também teve brilhantes atuações em outras séries que tive a oportunidade de acompanhar!
Nós fãs e admiradores da serie CSI sentiremos muito a ausencia de Sara na oitava temporada da serie, mas como ela mesmo disse e os produtores quem sabe não a uma volta, já que há interesse em ambos os lados e há até promessa de participaçao nos fururos episódios! É só torçer!!

Anônimo disse...

Muito bacana !

Anônimo disse...

Muito bacana !

Anônimo disse...

Adoro o personagem da Sara.

Anônimo disse...

A Jorja é tão simpática. Essas coisas de fama que ela disse são loucura mesmo...

Anônimo disse...

Jorja pra mim é uma das melhores atrizes que conheci e essa entrevista foi muito boa